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Assembleia Municipal, 24 de Junho de 2022 – Moção

Onde param as nossas piscinas? Sr. Presidente da Assembleia, Srs. Secretários, Sr. Presidente da Câmara, Srs. Vereadores,  Sr. Deputados Municipais, Sr. Jorge,  Comunicação Social, Aguiarenses Presentes As Piscinas Municipais, inauguradas pelo Dr. Carlos Ambrósio, antigo presidente da Câmara, foram um dos ex-libris do nosso concelho.  Esta obra surgiu em 1997 como resposta a uma necessidade, em prol do desenvolvimento do concelho e da satisfação de um anseio da população, onde jovens e menos jovens podiam usufruir de uma estrutura, para de uma forma ímpar praticar as suas atividades desportivas, assim como para quem procura estas instalações para melhorar a saúde física e mental. “São muitos os médicos que, perante os mais diversos problemas de saúde, recomendam a prática de natação. E não é por acaso: esta modalidade, em que todos os músculos do nosso corpo entram em ação, está repleta de benefícios: do coração, às articulações, peso e postura. A melhor parte é que pode ser praticada por todas as idades.” (CUF.pt, 2015) As piscinas municipais encerraram pela última vez em Março de 2020, na altura também justificados pela crise sanitária, mas desde então nunca mais abriram, e já lá vão 27 meses, e a pandemia não pode ser desculpa, visto que as piscinas exteriores estiveram abertas nas anteriores épocas balneares (abertura a 8 de julho de 2021 e a 1 de julho de 2020). Em 21 de Setembro de 2021 uma publicação do Notícias de Aguiar na secção de que acreditamos ser responsabilidade do município de seu nome “Órgãos Autárquicos – Destaques” dava conta da reabertura das piscinas, informando a população da abertura da Escola de Natação e aulas de hidroginástica. O Município prontamente republicou a informação nos canais oficiais, mas a mesma prontidão não se verificou para a resolução efetiva das avarias.  Decorrido o período de aproximadamente 1 mês, após o anúncio do “período de inscrição” as piscinas interiores permaneceram encerradas. Com a sua reabertura mais uma vez adiada, a população teve de procurar outras alternativas para a prática desportiva ou numa pior perspectiva a não inscrição em qualquer atividade.  Além da população se ver privada das aulas de natação e hidroginástica, a natação deixou de ser opção nas atividades letivas do Agrupamento, e assim continuará até que os problemas sejam resolvidos atempadamente para um eficaz planeamento letivo. A 11 de novembro, em reunião ordinária do executivo, a vereação do Partido Socialista questionou este assunto, tendo Sr. Vereador Dr. Luís Filipe Nascimento esclarecido que: “(…) as piscinas municipais só poderão reabrir quando ali forem instaladas duas bombas de calor, processo esse que já foi despoletado e desenvolvido acrescentando, no entanto, que os fornecedores não se comprometeram com prazos para a entrega e instalação dos referidos equipamentos.” Os problemas são quase sempre os mesmos, ou melhor as desculpas são sempre as mesmas para justificar o seu encerramento. Todos os invernos a caldeira ou o sistema de aquecimento avaria, deixando assim a prática das atividades desportivas, letivas e ainda as que visam o reforço muscular da população mais sedentária e idosa sem qualquer solução, a não ser o seu “adiamento momentâneo de uma semana” que “passa a duas” até ao seu cancelamento. A funcionar na sua plenitude, acreditamos que as Piscinas Municipais trariam múltiplos benefícios para a qualidade de vida e bem-estar da população aguiarense. E, no fundo, é isto que nos importa: que os habitantes do nosso concelho tenham uma oferta desportiva diversa, capaz e que não precisem de se deslocar para concelhos vizinhos para fazer algo benéfico para o ser humano.  Na época baixa, onde tradicionalmente as piscinas interiores se encontravam a funcionar, ficam quase despovoadas, apenas não dizemos ao abandono porque funciona no edifício das mesmas a “secretaria” do ginásio. É com alguma preocupação que vemos o arrastar deste processo. Quase todos os presentes em algum momento foram utentes do espaço em questão, percorrendo de um modo generalizados quase todas as turmas/escalões disponíveis e decerto que gostaríamos imenso que a população hoje tivesse direito e acesso às mesmas oportunidades que tivemos.  As Piscinas Municipais requerem uma intervenção empenhada, responsável e com efeitos duradouros.  O discurso do Município traz, de cada vez, a esperança de que agora é que o problema se vai resolver, agora é que vamos voltar a usufruir das nossas Piscinas Municipais. Contudo, as palavras são insuficientes quando vemos que não há vontade para fazer acontecer. É preciso reativar as piscinas municipais, colocando-as no topo das ofertas desportivas locais para responder a esta lacuna, tal como em 1997. É preciso fazer uma revisão estrutural, melhorando e ampliando as ofertas desportivas de forma a servir não só a nossa população, como também utentes de concelhos vizinhos. É preciso apostar na prática de natação e, quem sabe, outros desportos aquáticos, levando de novo o nome do nosso Município às competições regionais ou nacionais. A menor ação é melhor do que maior intenção. E, por isso, é preciso é agir. Pelos aguiarenses e pela nossa terra.   Assim, o Grupo Municipal do Partido Socialista propõe que a Assembleia Municipal de Vila Pouca de Aguiar, reunida a 24 de Junho de 2022, ao abrigo do artigo 25.º, n.º 2, alínea k) do Anexo I da Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, delibere: Que seja explicada cabalmente pela Câmara Municipal, quais foram as razões para todo este atraso na abertura deste equipamento desportivo; Que seja indicado qual é o verdadeiro custo para a reparação deste equipamento desportivo e que se apresente orçamento, ou em caso de inexistência a elaboração de um caderno de encargos e respetivos orçamentos para colocar as piscinas interruptamente operacionais; Que em nome da democracia, seja indicada a esta Assembleia se estas piscinas voltarão a funcionar em tempo útil, e atempadamente para o início do próximo ano letivo. Esta moção deve ser dada a conhecer a todos os órgãos de comunicação e informação local e regional. Os deputados municipais do Partido Socialista. Após lida, passou a requerimento, ao qual e devido ao teor da mesma os deputados do PSD questionaram se se podiam anexar a este documento,

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Reunião de Câmara, 9 de Junho de 2022

A reunião de 9 de junho incluiu 12 pontos na Ordem de Trabalhos (OT). (…)
A proposta seguinte prendeu-se com a aprovação do relatório e contas consolidadas de 2021. Interveio a vereadora Katarina Da Silva para referir o aumento nas despesas, que ultrapassa os 400 mil euros. Além disso, mencionou a diferença nos valores atribuídos a entidades sem fins lucrativos (quase 1,5 milhões de euros) e freguesias (que não chega a 850 mil euros). Além disso, verificou-se também um amento de mais de 600 mil euros de 2020 para 2021 com os recursos humanos. Prosseguiu dizendo que “sendo este um custo fixo e de longo prazo, pode comprometer o investimento futuro e consequentemente a tomada de decisões estratégicas para o desenvolvimento concelhio. Que receitas garantem este acréscimo?”, tendo o Presidente da Câmara respondido que, por exemplo, há receitas a entrar para a transferência de competências (…)
As propostas seguintes, no âmbito de subsídios da ação social escolar e protocolos de apoio ao desenvolvimento desportivo (a Associações de Rebordochão, do Alvão, de Tourencius dos Xudreiros) foram também aprovadas unanimemente.
O ponto 11 referia-se à comparticipação financeira ao Sport Clube de Vila Pouca de Aguiar, para apoio à realização da VPA Cup. A proposta foi aprovada por unanimidade.
Por fim foi deliberada a atribuição de topónimos nas localidades de Alfarela de Jales e Cidadelha de Jales, aprovada por unanimidade. A vereadora do Partido Socialista, Katarina Da Silva, aproveitou para alertar o executivo sobre a falta de iluminação na rua onde se situa a Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Alfarela de Jales. Explicou que a estrada em questão é frequentada por pessoas para a prática de exercício físico. Segundo percebeu, bastariam 6 postes de iluminação, pelo que solicitou ao Presidente da Câmara agilizar a situação com a Junta de Freguesia de forma que a comunidade possa tirar proveito daquele percurso. O Presidente da Câmara disse que iria tentar resolver a questão.

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Piscinas Municipais com cronómetro parado!

As Piscinas Municipais, inauguradas pelo Dr. Carlos Ambrósio, antigo presidente da Câmara, foram um dos ex-libris do nosso concelho.  Esta obra surgiu em 1997 como resposta a uma necessidade, em prol do desenvolvimento do concelho e da satisfação de um anseio da população, onde jovens e menos jovens podiam usufruir de uma estrutura, para de uma forma ímpar praticar as suas atividades desportivas, assim como para quem procura estas instalações para melhorar a saúde física e mental. “São muitos os médicos que, perante os mais diversos problemas de saúde, recomendam a prática de natação. E não é por acaso: esta modalidade, em que todos os músculos do nosso corpo entram em ação, está repleta de benefícios: do coração, às articulações, peso e postura. A melhor parte é que pode ser praticada por todas as idades.” (CUF.pt, 2015) As piscinas municipais encerraram pela última vez em Março de 2020, na altura também justificados pela crise sanitária, mas desde então nunca mais abriram, e já lá vão 27 meses, e a pandemia não pode ser desculpa, visto que as piscinas exteriores estiveram abertas nas anteriores épocas balneares (abertura a 8 de julho de 2021 e a 1 de julho de 2020). Em 21 de Setembro de 2021 uma publicação do Notícias de Aguiar na secção de que acreditamos ser responsabilidade do município de seu nome “Órgãos Autárquicos – Destaques” dava conta da reabertura das piscinas, informando a população da abertura da Escola de Natação e aulas de hidroginástica. O Município prontamente republicou a informação nos canais oficiais, mas a mesma prontidão não se verificou para a resolução efetiva das avarias.  Decorrido o período de aproximadamente 1 mês, após o anúncio do “período de inscrição” as piscinas interiores permaneceram encerradas. Com a sua reabertura mais uma vez adiada, a população teve de procurar outras alternativas para a prática desportiva ou numa pior perspectiva a não inscrição em qualquer atividade.  Além da população se ver privada das aulas de natação e hidroginástica, a natação deixou de ser opção nas atividades letivas do Agrupamento, e assim continuará até que os problemas sejam resolvidos atempadamente para um eficaz planeamento letivo. A 11 de novembro, em reunião ordinária do executivo, a vereação do Partido Socialista questionou este assunto, tendo Sr. Vereador Dr. Luís Filipe Nascimento esclarecido que: “(…) as piscinas municipais só poderão reabrir quando ali forem instaladas duas bombas de calor, processo esse que já foi despoletado e desenvolvido acrescentando, no entanto, que os fornecedores não se comprometeram com prazos para a entrega e instalação dos referidos equipamentos.” Os problemas são quase sempre os mesmos, ou melhor as desculpas são sempre as mesmas para justificar o seu encerramento. Todos os invernos a caldeira ou o sistema de aquecimento avaria, deixando assim a prática das atividades desportivas, letivas e ainda as que visam o reforço muscular da população mais sedentária e idosa sem qualquer solução, a não ser o seu “adiamento momentâneo de uma semana” que “passa a duas” até ao seu cancelamento. A funcionar na sua plenitude, acreditamos que as Piscinas Municipais trariam múltiplos benefícios para a qualidade de vida e bem-estar da população aguiarense. E, no fundo, é isto que nos importa: que os habitantes do nosso concelho tenham uma oferta desportiva diversa, capaz e que não precisem de se deslocar para concelhos vizinhos para fazer algo benéfico para o ser humano.  Na época baixa, onde tradicionalmente as piscinas interiores se encontravam a funcionar, ficam quase despovoadas, apenas não dizemos ao abandono porque funciona no edifício das mesmas a “secretaria” do ginásio. É com alguma preocupação que vemos o arrastar deste processo. Quase todos os presentes em algum momento foram utentes do espaço em questão, percorrendo de um modo generalizados quase todas as turmas/escalões disponíveis e decerto que gostaríamos imenso que a população hoje tivesse direito e acesso às mesmas oportunidades que tivemos.  As Piscinas Municipais requerem uma intervenção empenhada, responsável e com efeitos duradouros.  O discurso do Município traz, de cada vez, a esperança de que agora é que o problema se vai resolver, agora é que vamos voltar a usufruir das nossas Piscinas Municipais. Contudo, as palavras são insuficientes quando vemos que não há vontade para fazer acontecer. É preciso reativar as piscinas municipais, colocando-as no topo das ofertas desportivas locais para responder a esta lacuna, tal como em 1997. É preciso fazer uma revisão estrutural, melhorando e ampliando as ofertas desportivas de forma a servir não só a nossa população, como também utentes de concelhos vizinhos. É preciso apostar na prática de natação e, quem sabe, outros desportos aquáticos, levando de novo o nome do nosso Município às competições regionais ou nacionais. A menor ação é melhor do que maior intenção. E, por isso, é preciso é agir. Pelos aguiarenses e pela nossa terra.  

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Reunião de Câmara, 26 de Maio de 2022

A reunião começou com a deliberação da Ata da Reunião Ordinária de 12 de maio, tendo sido aprovada por maioria com a abstenção do vereador Irineu Lage, que está temporariamente a substituir a vereadora Manuela Castanheira. (…)

A proposta seguinte prendeu-se com o Regulamento do Campo de Férias Inclusivo do Município de Vila Pouca de Aguiar. Interveio a vereadora do Partido Socialista, Katarina Da Silva, que criticou a proposta em causa, considerando um paradoxo como se pode designar algo de inclusivo quando parte de um princípio de exclusão tal como refere o Regulamento “as iniciativas destinadas exclusivamente a grupos de crianças e jovens com necessidades especiais”. A vereadora relembrou que na reunião de 13 de abril de 2022, quando este assunto veio pela primeira vez a reunião, expressou ao executivo as suas preocupações sobre a natureza do Campo de Férias (…)
A vereadora do Partido Socialista deixou ainda algumas sugestões, nomeadamente contactar instituições ligadas à promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência para a melhoria da metodologia de trabalho apresentada.

A proposta foi aprovada por maioria, com os votos contra dos vereadores do Partido Socialista, que submeteu uma declaração de voto que pode ser consultada AQUI. (…)

As três propostas seguintes, relacionadas com pedidos de comparticipação financeira para a realização de atividades culturais e recreativas (…).

Interveio o vereador Octávio Rodrigues, sobre o pedido de comparticipação de 500,00€ por parte da Associação Vale de Aguiar para a realização do “Concurso Literário Dr. António Gil”. O vereador do Partido Socialista começou por expressar que, na sua opinião, “O Dr. António Gil merecia outro tipo de homenagem”. Prosseguiu dizendo “Estamos a deliberar 500€, mas não vejo nada que justifique este valor. Parece que é mais fácil pedir dinheiro à Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar que ao banco.
Perante a falta de critérios e de rigor na atribuição da comparticipação, a vereação do PS votou contra a proposta tendo esta sido aprovada por maioria.

(…) A vereadora do Partido Socialista, Katarina Da Silva, pediu a palavra para pedir esclarecimentos sobre o Cemitério de Vila Pouca de Aguiar, nomeadamente a falta de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e ainda sobre a falta de espaço do local, que atualmente conta com apenas 12 campas disponíveis.
Esclareceu o Presidente da Câmara que nos últimos meses têm estado preocupados com a questão do cemitério, mas que quem tem estado a exercer essas competências é a Junta de Freguesia. Prosseguiu dizendo que, de facto, há um problema para a ampliação do cemitério, mas que as alternativas estão a ser analisadas em conjunto com a paróquia, e pretende-se que fique resolvido até ao final do ano.

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Declaração de Voto

Na última reunião ordinária de Câmara, realizada a 26 de maio de 2022, foi deliberado o Regulamento do Campo de Férias Inclusivo do Município de Vila Pouca de Aguiar. O Partido Socialista votou contra a proposta (número 91/2022) e entregou uma declaração de voto para justificar a tomada de posição.

Leia a declaração na íntegra, no nosso site.

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Reunião de Câmara, 12 de Maio de 2022

Resumo da reunião de câmara do dia 12 de Maio de 2022 com 11 pontos na ordem de trabalhos.

(…) Seguiu-se a proposta para os projetos de Regulamento dos Serviços de Abastecimento Público de Água, de Saneamento e de Gestão de Resíduos Urbanos para a consulta pública.
A vereadora do Partido Socialista, Katarina Da Silva, solicitou o adiamento da deliberação para a próxima reunião ordinária, desde que não causasse transtorno para os trabalhos da autarquia, uma vez que a vereação da oposição apenas teve acesso aos documentos dois dias antes da reunião, dificultando uma análise atenta e cuidada. Embora inicialmente o executivo tenha consentido o pedido, o Presidente da Câmara voltou atrás explicando que tal não seria possível devido aos prazos para a entrega dos Regulamentos. A proposta foi aprovada por maioria, com a abstenção dos vereadores do PS. (…)

Finda a reunião, e aproveitando o tema do último ponto na OT, o vereador do Partido Socialista, Octávio Rodrigues, questionou o Presidente da Câmara sobre as medidas compensatórias das barragens do Alto-Tâmega. Especificamente, questionou sobre a possível recuperação do caminho do Pontido à via que dá acesso às eólicas, tendo o Presidente da Câmara respondido que essa obra não está prevista.

O vereador Octávio Rodrigues terminou a sua intervenção neste domínio, sugerindo que se faça uma intervenção para a construção de um acesso entre Gouvães e o Pontido, ligando o Alvão à freguesia de Telões.

Interveio ainda a vereadora Katarina Da Silva, para questionar sobre as geminações particularmente com Bettendorf, uma vez que no website do Município não consta informação sobre os mesmos. Questionou o Presidente da Câmara sobre os objetivos gerais e específicos e quais as metas traçadas.
Respondeu o Presidente da Câmara que não há objetivos e metas definidos, justificando-se com a pandemia (…).
O Presidente da Câmara explicou que o protocolo tem foco sobretudo nos sectores empresarial, da educação e da proteção civil. Porém, ainda que o Presidente tenha dito que estas ligações não se podem cingir “a visitas de parte a parte” e que “têm de haver objetivos e planificações” não conseguiu esclarecer de que forma ou quando se pretende estabelecer as intenções com a geminação.

Ainda antes da reunião terminar, a vereadora do Partido Socialista voltou a pedir a palavra para deixar uma crítica ao Município. Tendo tomado conhecimento de que parte da visita da comunidade de Bettendorf passou por um passeio de barco e prova de vinhos no Douro, sugeriu que “numa próxima visita, os levem a passear pelo Alto-Tâmega.”
Terminou dizendo: “Andamos sempre a falar da nossa marca e da nossa região – ainda na semana passada tivemos a apresentação de um livro onde constam os nossos principais pontos de interesse – para depois levá-los para a região com mais turismo do distrito. Temos de ser nós valorizar e promover o nosso território”.

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Reunião de Câmara, 28 de Abril de 2022

A reunião de Câmara do dia 28 de abril incluiu 9 pontos na ordem de trabalhos (OT). (…)

A proposta seguinte prendeu-se com os Protocolos de Apoio ao Desenvolvimento Desportivo para o ano 2022 (…). Interveio a vereadora do Partido Socialista, Katarina Da Silva, para questionar sobre quais os critérios utilizados para definir os valores atribuídos a cada entidade/atleta. Respondeu o vereador Luís Nascimento que o Município está a desenvolver os Regulamentos para desportos coletivos, contudo para os desportos individuais “não é assim tão simples” pelo que “há sempre um grau de subjetividade” associado. Prosseguiu o vereador do PSD explicando que há atletas de diferentes faixas etárias e níveis de progressão, e que em alguns casos a prática até surge como hobby, sendo que todos estes critérios são tidos em consideração. Interveio o vereador Octávio Rodrigues, para afirmar a necessidade de haver objetividade na atribuição de comparticipações, uma vez que uma avaliação subjetiva não é uma avaliação criteriosa e rigorosa (…). Perante a falta de critérios, rigor e objetividade na atribuição das comparticipações os vereadores do Partido Socialista abstiveram-se da votação, tendo a proposta sido aprovada por maioria com os votos do executivo do PSD. O último ponto na ordem de trabalhos consistia na comparticipação financeira à Associação para a Defesa de Animais e Ambiente de Terras de Aguiar, também conhecida por ANIPUR, no valor de 2400€ para fazer face às despesas previstas no plano de atividades para 2022. A proposta incluía o pedido da associação, onde referiam “aguardar ansiosamente pela disponibilização do abrigo”, pelo que a vereadora do Partido Socialista Katarina Da Silva interveio para questionar sobre o ponto de situação da construção do Centro de Recolha Animal (CRA) (…).

Posto os esclarecimentos, a proposta foi votada e aprovada por unanimidade. Finda a ordem de trabalhos, o vereador do Partido Socialista pediu a palavra para deixar um alerta ao Município, relativo à circulação de veículos pesados em Telões. Explicou que na rotunda de acesso à referida aldeia se encontra interdito o trânsito a veículos com peso superior a 26 toneladas. Sendo a única via de acesso a várias indústrias, é frequente que camiões subam vazios e saiam carregados, constituindo um perigo para a população. Reforçou que, no caso de acidente, responsabilidades terão de ser apuradas pelo que o melhor será avaliar a questão dos acessos e colocar a sinalética devida. O Presidente da Câmara disse que o Município iria averiguar a situação.

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Assembleia Municipal, 29 de Abril de 2022 – Ordem do Dia

Decorreu no passado dia 29 de Abril, a sessão ordinária da Assembleia Municipal, durante o ponto 4 que foi o de maior discussão, o Partido Socialista procurou questionar e perceber vários pontos, nomeademente, o porque de o resultado liquido do exercício foi negativo em 1,123 milhões de euros, ou seja em relação ao ano anterior houve um aumento da despesa e uma diminuição da receita, quando até houve um aumento das transferências correntes.

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